Quem nunca quis chutar o balde.
Já tem algum tempo que durmo e acordo com uma idéia fixa:chutar o balde, mudar de vida. Largar de fazer tudo, de trabalhar com o que não gosto apenas para sobreviver e satisfazer outras pessoas, de fazer coisas que não me interessam,manter relaconamentos errados por que parecem certos.Eu sei, oportunidade na vida é quase sempre
única.
Por isso resolvi não resistir mais a tentação, sou a mais
nova componente do
Minas Trekking,
grupo com quem eu pratico trekking á mais de 5 anos. O convite pintou, eu
enrolei, pensei, pensei .. e descobri a tempo que o meu balde estava muuuuito
cheio e minha saúde muito fraca para continuar a perder tempo. Pronto,
assumi.
Neste final de Semana já trabalhei na Etapa do Trekking de
Santa Bárbara - sucesso total , mas putz - como fiquei cansada
(fazer trekking é muito menos cansativo !!).Levei minha galera do Jipe,
foi correr atrás de pousada, concentração, Festa Country (booooa demais !!),
largada das equipes, chips, problemas, milhões de telefonemas (nem quando o
meu gato está de plantão descansamos tão pouco ..) ufa... voltei esgotada,
mas sastifeita :o)
Escrito por Cris Mota às 06h07
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Lapinha X Tabuleiro
Saímos de BH as 5:00 hs do sábado com destino a vila de
Lapinha da Serra (também conhecida como Pico do Breu), localizada na Serra
do Cipo, a exatamente 152,50 Km. Eramos 12 aventureiros, 02 cachorros, e o tempo
estava bem fechado.

Na Lapinha fomos recebidos por Tia Claudia, que
funciona como uma Operadora de Turismo local (31 91364123) e preparou nossa
estrutura de viagem - mulas, guias, comida. Apesar de ter toda a trilha mapeada
no GPS, optamos por fazer a viagem com um quia local, Adriano, para ter mais
informações sobre o lugar, as paisagens, fauna e flora. Levamos também 02 mulas
para as bagagens. O Adriano de cara nos avisou que a trilha mapeada não servia
para as mulas, então confiamos nele para levar por outro caminho, o qual
mapeamos novamente no GPS.
Pegamos a estrada que leva a Cachoeira do Lajeado,
após a segunda porteira desviamos em direção a serra e começamos a subir com o
tempo bem nublado. No alto da serra a caminhada foi muito tranquila, com alguns
pontos de água e galera bem relax. Paramos para lanchar numa prainha de muita
areia, com aguas transparentes e geeelada. Continuando o caminho, as 15:30 hs
avistamos as bananeiras da casa de D.Maria, e juro - estavamos exaustos,
com os pezinhos doendo.
Montamos acampamento com o tempo ainda nublado, banho quente
devido a serpentina e comida caseira de primeira: frango, macarrão, feijão e
arroz - um banquete para estes aventureiros. Arrumamos umas marvadas pingas,
fizemos foqueira e morgamos nas lonas olhando o céu que estava muito doido. As
19:00 hs todo mundo se recolheu pra dormir.
O domingo amanheceu chuvoso, com cerração. Tomamos café
quentinho com D. Maria e Seu Zé, milhões de fotos e agradecimentos - eles
cobraram R$ 10,00 de cada pessoa e foi muito bem gasto !! Desmontamos
acampamento e seguimos em direção ao Alto da Cachoeira de Tabuleiro.
F-A-N-T-A-S-T-I-C-A a vista. Pra mim, foi a parte mais puxada da caminhada, mas
não dava pra deixar de lado a vista daquele lugar, vale a pena cada esforço
gasto.
Aliás, a vista da Cachoeira de Tabuleiro teve um sabor muito
especial, foi quase como reviver uma vida, ou um passado feliz com alguém. Ou
voltar no tempo e está ali de novo, apos 6 longos anos...
Remember a parte, o sol começou a castigar de verdade a partir
dali. Chegamos na Vila de Tabuleiro exaustos, exatamente ás 16:30 hs.
Refris, chips, rangos de todos os tipos e lá vem o Lucas com nossa VAN. Mais 197
Km e estavamos em BH, realizados.
Bom, hoje eu pareço um peru assado de natal, e estou muito
feliz pela realização de mais uma empreitada com a Turma da Cris :o)
FOTOS
AQUI
Escrito por Cris Mota às 05h51
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E quem um dia irá dizer que não existe razão...
Tenho memoria fraca. Tem coisas que me lembro, tem coisas que não. E tem as coisas que faço questão de esquecer.
Não me lembro de quando sofri a primeira vez por amor, nem para quem pronunciem as fatidicas três palavrinhas mágicas pela primeira vez. Na verdade, não lembro muito quando doeu mais, ou por quem doeu. Mas tenho certeza que na maior parte das vezes eu acreditei, e isso me faz abrir um sorriso, mesmo quando as lembranças não são das melhores. Por que assim funciona a arte de querer tudo de novo - ou não.
Mas se tem algo que gosto de lembrar é a primeira vez que os olhos se encontram.. mesmo que naquele dia agente estivesse muuito bêbados... e pra quem achou que não ia durar nada, lá se foi um mês :o)
"...e, mesmo com tudo diferente veio mesmo, de repente uma vontade de se ver e os dois se encontravam todo dia e a vontade crescia como tinha de ser.."
Escrito por Cris Mota às 07h48
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Dias e dias de muito trabalho...
...me deixa dormir. Só mais cinco minutinhos. Só mais uma hora. Talvez mais cinco horas, ou cinco dias...ninquém merece ficar trabalhando direto assim...

Escrito por Cris Mota às 13h44
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Velho ditado sobre amigos...
.. "quanto mais antiga a árvore, melhor a sua sombra e maior a sua proteção" ...
Sucesso total a maratona de aniversário -muuuito legal !! TODOS meus amigos estiveram comigo neste final de semana, e entre outras coisas, dá uma satisfação enorme ter grandes e lindos amigos como os meus :o)
Então, agradecimentos:
Aninha, que veio de MOC só para me ver; Anelise, priminha; Wagner, Claudio, Marvio ; Clube da luluzinha: Hilds, Rubinha, Katia, Sabs, Ju, Fru, Flavinha; Keila, Marcinha, Creuza; Dri e Mirella
Mauri, Cris Rodrigues; Meus casais : Gaozinho, Paulinha, Rega, Rodrigo; Priscila; Da bike: Bibi Marçal, Ricardo e Ricardo :o)
Jipeiros : Rodrigo, Ed, Vivi, Cobrão, Ad, Henrique.
Demais presentes que esqueci o nome - hehe !!
Escrito por Cris Mota às 10h11
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