Mas é claro que o sol vai voltar amanhã...
Já estive no Parque do Caparaó 04 vezes, e posso dizer que o ciclo foi fechado com CHAVE DE OURO - a viagem foi S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L, sem sobra de dúvidas uma das maiores experiências que tive nesta minha vida errante.
Fomos em 16 pessoas. Nem todo mundo se conhecia, mas tinha um objetivo em comum e muita animação para enfrentar o frrioo (que foi menor do que o esperado, mas nem tão leve assim ), fazer novas amizades e, puxa - todo mundo foi MUUITO companheiro.
No Caparaó deveriam ter umas 1000 pessoas (no mínimo) e os acampamentos parecia uma festa RAVE com pessoas irreconhecíveis escondidas debaixo de máscaras e roupas de frio e barrancas pra toda lado.
A subida para o PICO foi memorável. Trezentas pessoas se arrastando trilha a fora, uma LUA maravilhosa - um céu que só vendo pra crer (NENHUMA NUVEM !!). Confesso que nos últimos Kms eu só pensava em como ia ser resgatada daquele lugar, enquanto encontrava a TURMA DA CRIS (como ficamos conhecidos) sentados pelo caminho.
Chegamos no Pico ás 05:00 hs da manhã, parecia o ATOL DAS ROCAS, tinha gente deitada pra todo lado dentro de sacos de dormir, cobertores de emergência brilhando - me pareceu uma loucura completa que tantas pessoas tivessem feito todo aquele sacrifício todo pra chegar ali... ai o SOL veio aparecendo no horizonte, os olhos enchendo d´água a medida que ele subia esquentando e iluminando tudo .... ao ver aquilo, as nuvens iguais algodão doce branco, as pessoas batendo palmas, outros fazendo rituais, depois de ralar pra caramba naquela trilha toda - nossa, é uma emoção que só quem estava lá pode saber. E o tipo de experiência que não vai ser explicada através das fotos que tiramos... tem que ir lá pra ver e sentir..
Escrito por Cris Mota às 07h08
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Eu quero uma LUA plena, quero seguir as estrelas...

" No ano de 1859, o Imperador D. Pedro II mandou que se colocasse no pico mais alto da Serra do Caparaó uma bandeira do Império. Desde então, o local passou a ser conhecido como Pico da Bandeira, nome que mantém até hoje na imponência de seus 2890 m de altitude, o terceiro mais alto do Brasil. " - e é pra lá que nossa caravana vai neste final de semana! com aquela LUA M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A que Deus colocou no céu!!
Escrito por Cris Mota às 07h45
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Meu coração é um músculo involuntário e ele pulsa...
Quando ela pensava em coração lembrava dos amores vividos, das emoções, felicidades e tristesas que a vida, involuntariamente, nos trás.Nunca pensou no músculo, no movimento... ele sempre esteve ali, pulsando a revelia das dores e felicidades da vida... Talvez por isso se sentisse traida.Seu coração a traiu. Ou talvez não tenha prestado atenção nos sinais...Pelo menos não é tarde ainda, podia haver paz entre eles.
** Esclarecendo em homenagem ao CARA: Fiz os primeiros exames e meu coração parece estar muito bem, obrigada ! As alterações de batimento podem ser falta de dormir,stress, essas coisas - TUUDO DE BOM !!
Escrito por Cris Mota às 06h59
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Menina de Ouro
“Se existe magia em lutar além dos limites da
resistência, esta é a mágica de arriscar tudo por um sonho que ninguém enxerga,
só você.”

Sem dúvida MENINA DE OURO vai
para a minha relação de filmes FANTASTICOS **levem em conta que assisto uns
5 filmes por semana, e nesta relação só existem 6 filmes até hoje.
A história é tão simples quanto a vida em si: desisto e me
resigno ou luto até morrer. O filme consegue se desenrola de tal forma que
faz com que você sinta admiração e desejo de redenção dos personagens, uma vez
que a luta por um ideal não pertence apenas à protagonista, mas também aqueles
que a cercam. São 2 horas de transe e você fica cooompletamente arrasada no
final - chorei tanto (e por umas boas horas depois que o filme acabou)
que tive que colocar compressa fria nos olhos pra sair ontem a noite. Pode ser
encarado como um filme de relacionamento, luta pelo sonho, adversidade, justiças
e injustiças.
Frankie (Clint Eastwood) passou a vida nos
ringues, treinado grandes boxeadores, mas não sabendo administrar o seu maior
desafio: o medo do fracasso. Como o sonho de todo boxeador é o cinturão de ouro,
a questão de abandonar o treinador é apenas uma questão de tempo. Magoado com o
afastamento de sua filha, Frankie é uma pessoa fechada e que apenas se relaciona
com Scrap (Morgan Freeman), seu único amigo, que cuida também de seu ginásio e
fica cada vez mais convicto que o seu grande aprendiz nunca aparecerá. Uma
possibilidade afastada com o surgimento de Maggie (Hilary Swank), uma mulher
determinada que possui o dom de não aceitar as coisas como elas são e decide
convencer Frank, que não treina mulheres, que ela é exatamente tudo o que ele
sempre sonhou.
Com diálogos excelentes em cenários básicos, Clint Eastwood
se firma como um dos melhores diretores atuais, conseguindo que as palavras não
se tornem inúteis, mas proferidas com sentimento, que o efeito colateral de nos
arrepiar de emoção. E como consegue capturar a emoção mesmo quando ela é vista
pelo olhar do outro personagem, pois "sentimos" a garra de Meggie, em alguns
momentos, apenas pelo reflexo do olhar de seu treinador. Simples e emocionante.
Mo chuisle.
Escrito por Cris Mota às 07h11
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Você tem que saber que eu quero é correr mundo (de bike )...
Opa,
os últimos finais de semana foram de
competições, no CIPÓ e ITABIRITO.
Na Serra do Cipó teve o
INTERCITY, e fiquei
em 5º lugar. Fomos pro Cipó no sábado fazer as oficinas e dormimos na
OCA CIPO. A prova foi no domingo, com 22
Km de muuuuito sol, estradão, e poeira pra caramba.
No outro domingo teve em ITABIRITO (Rancho Chaparral) o
RACE DAS MENINAS e ASSITUR. Corri
pela categoria gatinha. A prova foi circuito, com subidas pesadas, eu numa
TPM danada e entupida de remédios não deu outra - passei mal
demais na prova, achei que ia pifar dessa vez - mas segurei a onda e terminei a
prova a tempo de receber a bandeirada e um horroso 9º lugar no pódio. Ops, além
disso competi com a
Jaqueline
Mourão - demais heim ?
Não foram grandes colocações nas competições, e apesar de
sentir que meu condicionamento físico tem melhorando a cada dia (já sou capaz de
subir qrandes morros pedalando), confesso que o fato de estar competindo ainda
me apavora, tira meu ar... e tinha gente muuuuito melhor do que eu por lah. Mas
valeu pelo esforço e coragem de competir e ganhar novas medalhas pra minha
coleção - hehe.
Escrito por Cris Mota às 09h53
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