Carrancas, feriadão, Bikes e amigos, do jeito que agente gosta :o)

Em meio ao ciclo do ouro, bandeirantes paulistas da capital e de Taubaté, grandes rivais na disputa pelas terras e pelo ouro que nelas continham, se encontraram às margens do Rio Grande por volta de 1720 e juntos instalaram-se nas terras onde hoje está situado o município de Carrancas. Empolgados com o potencial fértil de suas terras e com o ouro nela existente, decidiram conquistar o local, iniciando um povoado com suas famílias, escravos e amigos. Em 1721 foi edificada uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Conceição ficando então conhecido o lugar como Nossa Senhora do Rio Grande.
Pouco a pouco o povoado ia crescendo com os paulistas e portugueses que chegavam interessadíssimos pelo ouro e pela agricultura que também se desenvolvia. Outro fator determinante para o seu crescimento, foi a elevação à freguesia em 1736 que aumentou bastante o número de habitantes do lugar.
As escavações feitas pelos novos garimpeiros na serra mais próxima do lugar associadas a duas grandes rochas lá existentes, formavam para quem as via de longe, fisionomias exatas de duas caras, por isso o nome de Carrancas. De lá para cá, muitos outros nomes surgiram, como, Nossa Senhora da Conceição das Carrancas, Carrancas de baixo, Carrancas de Cá e finalmente Carrancas. Por ironia, propriamente no município não fora encontrado ouro em quantidade economicamente viável mas sim na região bem próxima onde hoje estão localizados os prósperos municípios de São João del Rey, Tiradentes e Lavras.
A febre do ouro passou e desde então Carrancas descansa em suas belas serras e cachoeiras deixando a tranqüilidade tomar conta de todos aqueles, que a procuram em busca de paz, aventura e equilíbrio. E é neste paraíso que vamos passar os proximos dias - BOM FERIADO A TODOS !
Escrito por Cris Mota às 12h28
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Segredos..
Das musicas que escutei ultimamente gostei muito dessa. Talvez pelo momento, talvez pelo clipe. Clique aqui para assistir
"Eu procuro um amor que ainda
não encontrei, Diferente de todos que amei. Nos seus olhos quero descobrir uma razão para viver, e as feridas dessa vida eu quero esquecer. Pode ser que e a encontre numa fila de cinema, Numa esquina, ou numa mesa de bar. Procuro um amor que seja bom pra mim. Vou procurar, eu vou até o fim. E eu vou tratá-lo bem, pra que ele não tenha medo quando começar a conhecer os meus segredos. Eu procuro um amor, uma razão para viver. E as feridas dessa vida eu quero esquecer. Pode ser que eu gagueje, sem saber o q falar. Mas eu disfarço e não saio sem ele de lá. Procuro um amor que seja bom pra mim.Vou procurar, eu vou até o fim. E eu vou tratá-lo bem, pra que ele não tenha medo quando começar a conhecer os meus segredos..." (Frejat)
Escrito por Cris Mota às 16h13
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Se insistirmos em permanecer nela
mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas
que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando
capítulos. Não
importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida
que já se acabaram.
Foi despedido do
trabalho? Terminou
uma relação? Deixou a casa dos pais? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem
explicações?
Você pode passar muito tempo se
perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo
enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão
importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para
todos: seus pais, seus amigos, sua irmã, todos estarão encerrando
capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você
está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo
no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que
acontecem conosco. O que
passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios,
filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem
noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de
voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente
possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais
doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para
orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do
mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de
certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu
lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas,
portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que
reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu
amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao
mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará
apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não
são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar,
decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo,
é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais
voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem
aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma
necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito
importante.
Encerrando
ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba,
mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua
vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a
poeira. Deixe de
ser quem era, e se transforme em quem é."
(Paulo Coelho)
Escrito por Cris Mota às 12h40
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